A independência na Catalunha e o persistente atractivo do nacionalismo

Dia 18 Maio, às 19h00, na Disgraça (Rua da Penha de França, 217 A/B)

A independência na Catalunha e o persistente atractivo do nacionalismo

Aproveitamos a presença de Tomás Ibañez em Lisboa para convidá-lo para um fim de tarde no topo da colina, a falar sobre um tema que encheu páginas de jornais (e até minutos de antena televisiva) durante os últimos meses: o processo independentista da Catalunha. Jamais defendendo as posições centralistas e democrático-fascistas daquela velha Espanha única e indivisível, Tomás Ibañez foi uma das vozes mais críticas com este processo desde uma perspectiva libertária, alertando para o facto de este ser conduzido por excelsos vigaristas que habilmente condicionaram as energias de diversos movimentos sociais – que nos últimos anos tinham tornado possíveis vários momentos de forte contestação social – no caminho de um projecto soberanista transversal a todas as classes, senhores e escravos abraçados na aspiração da falsa independência.
Dado que por estas latitudes também alguns sectores de esquerda optaram por frivolizar esta questão, apresentando-a como um conflito entre democratas e fascistas, republicanos e monárquicos, esquerda e direita, vamos falar sobre uma região, que apesar de ainda transpirar belas memórias do tempo em que a anarquia foi vivida no quotidiano das suas gentes, nunca se livrou desse vírus perverso chamado nacionalismo.

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